Passeio Selvagem de um país respeitado

O Principado Ilhéu da Pontinha, o país mais pequeno do mundo consagrado segundo as exigências das Nações Unidas com as prerrogativas da Carta Regia passada pelo Rei de Portugal aquando da alienação do ilhéu da Pontinha vendido pelo Estado português e pago conforme documento do respectivo depósito no Banco de Portugal do mesmo ano, sustentado pelo Direito Internacional Publico, ilhéu este localizado nas seguintes coordenadas 32.38m 472 décimos, Oeste 16.55m 0,57 décimos vem informar a comunidade internacional do seguinte:

O Ex. Sr. Presidente da Assembleia da República Portuguesa diz estar a fazer uma visita de soberania às ilhas que o governador e brigadeiro da ilha da Madeira as compraram para Portugal a 17 de Julho de 1971 conforme consta no Diário da República Portuguesa.

Visitar estas ou outras ilhas qualquer idiota o pode fazer ou ir em lua-de-mel, agora dizer em alto e bom som é grosseiro e de mau agrado se for referido num âmbito de Estado, como é referido publicamente.

É natural á coisas na vida difíceis de engolir tal como por exemplo a ocupação da Índia que passados 12 anos é que Portugal reconheceu que efectivamente não tinha qualquer soberania nas referidas colónias. E como disse Salazar ficaram orgulhosamente sós

Recentemente Portugal até beatificou Nuno Álvares Pereira, talvez num percurso de nostalgia está a ver se aparece um salvador da pátria tipo que tente readquirir o forte que venderam com a Posse e Domínio porque não tinham.

À época não havia o Banco Europeu de Investimentos, para endividar o povo.

Todo o mundo sabe, desta alienação do Rei de Portugal.

Portugal sabe e o mundo sabe que o documento entregue na Comissão Internacional sobre as áreas marítimas a 11 de Maio de 2009, relativamente á integração das áreas da plataforma continental dos diferentes países com acessibilidade ao mar, órgão dependente da Organização Marítima Internacional (OMI) da ONU, consta como sendo de estado português área respeitante ao que foi alienado em 1903.

A comunidade internacional sabe-o muito bem e mais ainda a Europa velha que Portugal foi dos primeiros impérios do mundo e também o ultimo grande império mas através de muito sangue, que independente do seu minúsculo tamanho foi um país respeitado e consagrado como tal.

Os governantes portugueses que vão ter acesso a este passeio de barco têm conhecimento das missivas solicitadas pelo Principado para de modo diplomático esclarecer algumas dúvidas que o estado português quer esconder e esquecer-se.

Assim a suposta visita de Sua excelência o Sr. Presidente da Assembleia da Republica Portuguesa às referidas ilhas para o Principado do Ilhéu da Pontinha é visto como uma afronta territorial á luz do Direito Internacional Publico de acordo com o Direito Internacional do mar consagrados na organização da (OMI).

Como disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros portugueses em Paris:

A alternativa ao diálogo é a guerra.

O Príncipe acrescenta que os governantes portugueses sobre este assunto são surdos e mudos, por enquanto.

Que Deus Vos guarde

Forte de São José, dia 26 Maio do Ano da Graça de 2009

2 thoughts on “Passeio Selvagem de um país respeitado

  • December 9, 2009 at 6:26 pm
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    Sou um continental a viver na Madeira – Funchal há cerca de um ano e já li nos jornais do continente entrevistas e noticias sobre o ilhéu e o forte de São José, no entanto uma questão me intriga sendo o ilhéu propriedade privada como foi dado consentimento para a sua anexação e feitura do cais do porto do Funchal?
    É que segundo me parece ao ser anexado a terra deixou de ser ilhéu para constituir parte integrante da cidade do Funchal e território Madeirense, embora e sempre com um proprietário privado como tantos outros que possuem herdades ou outros pertences de carácter privado.
    Gostava pois que me tira-se esta dúvida.
    Respeitosamente

    Luis Gomes

  • September 7, 2010 at 3:39 pm
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    renato favor contacta-me eu posso resolver essa situaçao de uma vez por todos com recurso directo ao tribunal europeu dos direitos do homem na qualidade de representaçao de um estado

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